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Esclarecimento

17 maio 2007 | 10H40

A respeito das declarações que o atleta Moisés de França Lima concedeu recentemente a imprensa local, a direção do Esporte Clube Bahia S.A. vem a público esclarecer, que o mesmo faltou com a verdade por diversas vezes, em suas afirmações.

O goleiro França assinou contrato com o Bahia no dia 12 de junho de 2006 e com o término previsto para o dia 30 de novembro do mesmo ano, com salário estipulado em R$ 4.000,00(quatro mil reais).

Ao contrário do que afirma o goleiro, ele solicitou e recebeu um adiantamento de R$1.237,46, no dia 20 de junho e três dias depois, fez um novo “vale”, no valor de R$500,00.

No dia 16 de agosto, com apenas dois meses e quatro dias de contrato, França procurou o presidente Petrônio Barradas e o então diretor de futebol Newton Mota, acompanhado de seu filho de aproximadamente seis anos e pediu a rescisão de seu contrato, alegando que sua esposa estaria com câncer no cérebro e que ele não tinha condições emocionais para exercer sua profissão.

Como último pedido e mais uma vez sendo prontamente atendido pela direção tricolor, o Bahia pagou 03 passagens aéreas para o jogador e não iria descontá-las do que ele ainda teria a receber.

Sensibilizada com a suposta situação do atleta, assim como todos os funcionários do clube, a direção do Bahia desejou melhoras a sua esposa e não criou nenhum empecilho para a rescisão do contrato.

Para a surpresa e decepção de todos no Bahia, inclusive de seus companheiros de campo, França foi apresentado como novo reforço do Náutico, menos de 24 horas depois que deixou o Fazendão.

Graças a Deus e para o bem de sua esposa, ficou comprovado que não existia doença alguma e o que realmente ocorreu foi falta de profissionalismo e mais uma inverdade.

Sentindo-se lesada, a direção do Bahia sustou os cheques que França recebeu, para ressarcir o prejuízo das passagens aéreas e aguardar a prestação de contas do jogador, junto ao clube.