Notícias

Análise

Roger Machado elogiou partida do Bahia no RS

10 jul 2019 | 22H21

Na entrevista coletiva após o empate com o Grêmio, o técnico Roger Machado fez questão de elogiar a partida do Bahia. O treinador fez uma análise do confronto e comemorou a forma que o Esquadrão atuou.

“Uma decisão de dois tempos… de 180 minutos. Acho que nós iniciamos bem. Empatar fora contra o Grêmio nunca é fácil. Vencê-los aqui, a gente sabe que é bastante difícil. Com nossa força máxima, com jogadores que a gente sabe que, do meio para frente, manejam muito bem a bola e têm vitória pessoal. Nós fizemos um jogo equilibrado. No intervalo, nas orientações, eu elogiei muita coisa, com exceção daquele momento de desatenção numa bola parada, em que o Jean Pyerre achou o Everton nas costas da nossa linha, e que originou o pênalti. Mas que a gente circulasse um pouco mais a bola com tranquilidade, fizesse a bola bater nos corredores, não desejasse acabar a jogada pelo mesmo lado que a gente iniciava a nossa transição. E a gente fez um segundo tempo que talvez nos permitisse até mesmo ter um resultado melhor. Saio satisfeito, mas sabendo que não tem nada decidido, que a outra partida jogada em casa, com apoio da torcida, vai ser muito dura. Mas seguimos motivados e confiantes depois desse empate em Porto Alegre”, falou.

Roger também falou sobre os reforços que estão chegando no elenco. O técnico elogiou a postura do Bahia e afirmou que os jogadores vêm para somar na equipe.

“Clube grande está sempre projetando reforços. Muitos são contratados. Alguns têm contrato mais curto, com possibilidade de renovação; outros, contratos mais longos, casos de compra. Mas não projetamos só o amanhã, pensamos na próxima temporada, porque é necessário que a gente se antecipe ao mercado. Porque, quando você precisa de peça de reposição, você paga muito caro pela necessidade. Os jogadores que estão vindo vêm para agregar qualidade, elevar o nível de competitividade. Isso nos dá a certeza de que podemos evoluir como equipe. E não tem ninguém acomodado no grupo, porque a competitividade é grande no grupo”, comentou.

Ouça a entrevista completa: