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A sombra de Jefferson

Contra o Coritiba, sábado, Chiquinho faz sua 16a partida em 2001, a quarta seguida como titular, substituindo Jefferson.

22 nov 2001 | 20H40

Neste Campeonato Brasileiro, Chiquinho foi promovido ao time principal do Bahia numa situação que poderia ser considerada “fogueira” – o jovem lateral-esquerdo teve a responsabilidade de substituir o capitão do time, titular da posição há três anos, ídolo da torcida, com passagem até pela Seleção Brasileira, o experiente Jefferson, que saiu por contusão.

Mas o peso da camisa 6 do Bahia não assustou a promessa formada nas Divisões de Base do clube. Chiquinho encarou o desafio e vem fazendo bonito, agradando em cheio a nação tricolor. Dos últimos três jogos, com Chiquinho como titular, o Bahia venceu todos.

Neste sábado, contra o Coritiba, Chiquinho faz sua 16a partida em 2001 e espera continuar desempenhando o seu papel – substituir o capitão Jefferson sem comprometer e continuar com moral perante a exigente torcida do Bahia.

“A gente fica muito feliz de estar tendo o nosso trabalho, que está só começando, reconhecido pelos torcedores, pela própria imprensa e pelo técnico Evaristo de Macedo, que vem confiando no meu potencial e me mantendo na equipe”.

Apesar da importância do embate com o Coritiba, que pode garantir ao Bahia uma vaga nas finais do Brasileiro, Chiquinho demonstra estar ansioso, mas diz que vai entrar tranqüilo em campo.

“É claro que é uma expectativa toda diferente. Um trabalho de um semestre inteiro vai estar em jogo. Mas, quando a bola rolar tenho que estar tranqüilo e concentrado, pensando somente em ajudar o Bahia a conseguir a vitória”.