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A primeira vez a gente sempre sente…

Jogadores concordam que nervosismo pesou na estréia.

26 jan 2003 | 20H31

Os jogadores assinam em baixo das declarações do técnico Candinho, que apontou a falta de tranqüilidade como a principal causa para as dificuldades enfrentadas pelo Bahia no triunfo sobre o Atlético, de virada, na estréia do Estadual.

“O time sentiu o primeiro jogo. Mas isso é natural. É o efeito colateral num grupo que decidiu apostar em garotos das divisões de base. Mas com o tempo isso passa, os mais novos vão amadurecendo e o nervosismo dá lugar ao talento”, disse o goleiro Emerson, 30 anos, quase 200 jogos com a camisa 1 do Bahia – o mais experiente do grupo.

A opinião é compartilhada pelos novatos. “É um passo muito importante na vida da gente. O primeiro jogo como titular da equipe profissional e num clube de tradição, como o Bahia, é uma responsabilidade tremenda. Ainda bem que colocamos a cabeça no lugar e conseguimos reverter a situação a tempo”, disse o meia Neto, formado nas divisões de base, que estreou na equipe profissional neste domingo.

Além de Neto, o lateral-direito Fabiano, o meia Danilo e o atacante Marcelo Nicácio também debutaram no time profissional do Tricolor no jogo contra o Atlético. Além deles, o atacante Nilson também viveu um dia de “marinheiro de primeira viagem” – ele balançou as redes pela primeira vez na Fonte Nova.