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A hora é essa

Coeso, unido, valente, forte, vibrante e determinado. Esse é o Bahia que o torcedor vai ver em campo no Bavi. Time joga em busca de paz.

03 jun 2005 | 21H48

Darino Sena

O Bahia tem, neste sábado, uma chance de ouro de fazer as pazes com seu torcedor e dar um bico na crise que ameaça se instalar no Fazendão. A tal oportunidade tem nome e sobrenome – o clássico Bavi.

O time entra em campo sob a desconfiança da torcida. Clima gerado pelos dois últimos triunfos apertados em casa, contra Barbarense e Gama. A situação se agravou com a saída irresponsável, desrespeitosa e repentina do meia André Cunha do clube, esta semana, ainda sem uma explicação plausível.

Nada melhor para espantar os fluidos negativos que um clássico. Jogo onde a emoção dos torcedores vai ao extremo, onde a motivação do elenco atinge o índice mais alto. Onde a entrega e determinação de todos os envolvidos não pode ser menor que 100%.

No Bahia, a turbulência e os questionamentos dos últimos dias teve ao menos um lado positivo. A união do grupo agora é ainda maior. O espírito é de união total em prol do crescimento da força do grupo. Sentimento movido pela vontade de mostrar um bom futebol, minimizar as críticas, subir na tabela da competição e ganhar fôlego extra para o restante da dura guerra que é esta Série B.

A coesão não está apenas no grupo de jogadores. Comissão técnica e diretoria estão fazendo o impossível pela evolução, não só da equipe, como do clube.

Pois é esse Tricolor unido, forte, determinado e guerreiro que a torcida pode esperar em campo neste sábado. Um time brioso, consciente de sua missão e responsabilidade, e disposto a tudo para sair vitorioso.

O Bahia sabe que esta é uma chance única e rara. Nenehum sucesso é mais saboroso e festejado que sobre o maior rival. Nenhum pode trazer tanta confiança, tanta motivação, tanta paz. Nenhum jogo é mais importante. É por isso que este, para o Tricolor, é mais que um jogo. É o jogo.

Avante Esquadrão!