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Preto

Técnico falou com a imprensa nesta sexta-feira

11 ago 2017 | 11H56

Preparado para o terceiro jogo consecutivo, o técnico interino Preto Casagrande concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira (11). O treinador falou sobre a importância de fazer um segundo turno melhor e lamentou alguns pontos perdidos na primeira parte da competição.

“Até na conversa com os jogadores, principalmente depois desse jogo contra o São Paulo, falamos da importância de fazer um segundo turno melhor que o primeiro turno. Fizemos jogos bons, até melhores que o adversário, mas pecamos nos detalhes. É conscientizar os atletas de ter concentração o jogo inteiro. Jogo contra o Grêmio, por exemplo, tomamos um gol no finalzinho, contra o Avaí. Só aí já seriam quatro pontos. Se esse nível de concentração melhorar, temos tudo para fazer um segundo turno muito melhor que o primeiro”, disse.

No próximo domingo (13), às 19h, na Arena da Baixada, o Tricolor enfrenta o Atlético-PR. Na lembrança do torcedor ainda está a goleada por 6 a 2, na primeira partida do campeonato. Para Preto, a equipe tem que estar alerta, pois o adversário mudou muito.

“Não tem nada a ver com aquele time do primeiro turno. Aquele time era alternativo, eles estavam disputando a Libertadores. Assisti o jogo contra o Santos ontem e o time do Atlético fez a melhor partida no ano. Um time rápido, com toque, posse de bola. Jogadores muito inteligentes como o Lucho, o Guilherme, o Sidcley. Vem em uma crescente com a chegada do Fabiano (Soares)”, alertou.

Perguntado se ainda fica ansioso por comandar a equipe, o treinador falou sobre a importância do cargo e a grande identificação que tem com o Tricolor.

“A função de treinador é tanta coisa que você tem que se preocupar que nem dá tempo de ficar ansioso. Estou no futebol porque eu amo o futebol. Estou no Bahia porque eu tenho um carinho muito grande pelo clube, pelas pessoas que me convidaram para ter essa oportunidade. Portanto, eu venho para cá todo dia muito feliz, muito satisfeito, muito agradecido a Deus por essa oportunidade. Os dias vão passando, e eu tenho me sentido cada vez mais à vontade nessa função, principalmente pela resposta dos atletas no dia a dia. Não fico ansioso. Pelo fato de estar feliz, de fazer o que eu gosto, de eu estar satisfeito num clube que tem um ambiente muito bom, não só dentro de campo, mas nos bastidores também. Isso me dá a certeza que eu tomei a decisão certa e eu vou trabalhando com tranquilidade, sem pressão, sem ansiedade, até para que isso não atrapalhe meu rendimento na produção do dia a dia”, falou.

Ouça a entrevista completa: